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Histórico
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  • Em 1971, na enseada de Itaorna, local escolhido para construção da CNAAA, foi criado o primeiro ambulatório médico: era uma construção em madeira com uma sala de repouso, um banheiro e uma sala de atendimento. A equipe de saúde, responsável pelo atendimento dos aproximadamente 40 empregados existentes no canteiro era de um médico e um auxiliar de enfermagem.

  • Em 1972, com a entrada no canteiro de obras das empresas Construtora Norberto Odebrecht, Geotécnica e Tecnosolo, a equipe de saúde passou a ser constituída por 3 médicos, 1 enfermeiro e 4 auxiliares de enfermagem. Os exames de Grupo Sangüíneo e Fator RH já eram realizados no ambulatório pelo serviço de enfermagem.

  • Em 1973, com a chegada de muitas das famílias dos empregados para morar na Vila Residencial de Praia Brava, foi criado um Posto de Atendimento em uma casa na rua Oito desta vila, onde era prestado atendimento em pediatria e vacinação aos dependentes dos empregados. O atendimento de emergência para adultos era realizado no Ambulatório de Itaorna e se necessário, era feito encaminhamento para a cidade de Angra.

  • Entre 1974 e 1975 o Ambulatório de Itaorna foi transferido para outro prédio. Nesse mesmo período, foi inaugurado o primeiro prédio do Hospital de Praia Brava e adquirido o equipamento de raios X transportável Manobil, da Siemens.
    O Hospital possuía então 2 consultórios, sala de emergência, curativos e vacinas, repouso infantil, masculino e feminino, sala de raios X, sala de pequenas cirurgias e parto, quarto para internação, sala para laboratório, rouparia e um pequeno dispensário para medicamentos. Toda a equipe que trabalhava no Hospital e no Ambulatório Médico era composta de empregados da Construtora Norberto Odebrecht.

  • Em 1976 o Hospital de Praia Brava e o Ambulatório de Itaorna passaram a formar a Divisão de Saúde de Angra dos Reis, subordinada técnica e administrativamente ao Departamento de Saúde de Furnas Centrais Elétricas S.A., no Rio de Janeiro. A equipe de saúde, que então foi admitida no quadro de pessoal de Furnas, já era composta de 17 médicos, 2 enfermeiros, 2 assistentes sociais, 1 nutricionista, 1 dentista, 1 bioquímico, 1 administrador hospitalar e cerca de 40 técnicos e auxiliares de enfermagem.
    O atendimento continuava a ser prestado somente aos empregados de Furnas e aos seus dependentes, sendo toda medicação utilizada nos procedimentos paga pelos usuários.

  • Em 1977, o Ambulatório de Itaorna foi transferido para o prédio atual, com pronto socorro, consultório odontológico, três consultórios de clínica médica, salas para fisioterapia e exames ocupacionais (visão e espirometria), triagem, arquivo médico e administração. Nessa ocasião, foi construído o consultório médico da Vila Residencial de Mambucaba e o Hospital de Praia Brava ampliado, passando a ter: pediatria com 4 leitos, enfermaria masculina e feminina com 5 leitos cada, 2 apartamentos com 2 leitos cada, 1 novo laboratório, a Unidade Intermediária com 2 leitos, o berçário com capacidade para 7 recém-nascidos, sala para rouparia e sala do serviço social.

  • Em 1978 o Hospital sofreu outra ampliação: foram construídos o morgue, a copa e o dispensário de medicamentos.

  • Em 1979 foi instituído convênio com o SUS (Sistema Único de Saúde): a partir daí a medicação deixou de ser paga pelos usuários. Na ocasião foi criado o cartão UMPB (Unidade Médica de Praia Brava), que permitia o atendimento ambulatorial e a internação para os moradores das comunidades circunvizinhas, que abrangia do bairro do Frade até a fazenda São Gonçalo. O hospital aceitava internações sempre que prescritas e houvesse disponibilidade de vagas. Na ocasião a equipe já era composta de 25 médicos, 2 bioquímicos, 3 enfermeiros, 3 assistentes sociais, 1 nutricionista e aproximadamente 80 técnicos e auxiliares de enfermagem.

  • Em 1980 foi inaugurado o Centro de Medicina das Radiações Ionizantes (CMRI), em Mambucaba.

  • Em 1982 o Hospital de Praia Brava foi mais uma vez ampliado: construiu-se o prédio anexo, com o consultório odontológico, as novas salas para raios X, revelação e laudo médico, consultórios de clínica médica ginecologia e pediatria, sala para imunização e eletrocardiograma, arquivo médico e toda a parte administrativa.

  • Em 1986, a equipe de saúde do CMRI colaborou ativamente no atendimento aos pacientes radioacidentados de Goiânia, no Hospital Naval Marcílio Dias e no Hospital Geral de Goiânia.

  • Em 1997, a CNAAA foi cindida de Furnas e incorporada à Nuclen Engenharia e Serviços S.A. a qual, em seguida alterou sua denominação para Eletrobrás Termonuclear S.A. - Eletronuclear.A Divisão de Saúde de Angra dos Reis, passou a ser administrativamente subordinada à Diretoria de Operação e Comercialização.

  • Em 1º de fevereiro de 1999, a Divisão de Saúde de Angra dos Reis foi então extinta e suas atividades integralmente transferidas para a Fundação Eletronuclear de Assistência Médica, com administração e personalidade jurídica própria, que tem como instituidora e mantenedora a Eletronuclear.

  • A Fundação Eletronuclear de Assistência Médica é administrada através de três órgãos distintos, com atribuições claramente definidas estatutariamente, a saber:

      I - Conselho Diretor (executivo) composto de um Diretor Superintendente, um Diretor Técnico e um Diretor Administrativo e Financeiro, eleitos e empossados pelo Conselho de Curadores;
      II - Conselho de Curadores (deliberativo) constituído de nove conselheiros efetivos e igual número de suplentes, sendo seis desses integrantes indicados pela instituidora, um eleito pelos empregados da Eletronuclear através da Associação dos Empregados da Eletronuclear - ASEN - Associação dos Empregados da Eletronuclear, um indicado pela Prefeitura Municipal de Angra dos Reis e um pela Prefeitura Municipal de Paraty e
      III - Conselho Fiscal (fiscalizador) com três integrantes efetivos e mais três suplentes.

  • Em 13/04/1999 o Hospital de Praia Brava foi classificado pela AHERJ - Associação dos Hospitais do Estado do Rio de Janeiro, na categoria C.

  • Em maio de 1999 foi realizado um processo aberto de seleção e recrutamento de pessoal, para contratação de diversos profissionais para o quadro próprio, entre médicos, assistente social, nutricionistas, administrador hospitalar, farmacêutico, farmacêuticos bioquímicos, enfermeiros, técnicos de radiologia, técnicos de imobilização do aparelho locomotor, técnicos de enfermagem e técnicos em instrumentação cirúrgica, assistentes administrativos, técnicos de processamento de dados e auxiliares administrativos. Os serviços auxiliares (exceto os administrativos), não ligados à área de saúde, empregando atualmente cerca de 50 profissionais autônomos tais como, motorista, copeiro, cozinheiro, costureiro, serviços gerais, manutenção, conservação, telefonista e recepcionista, foram terceirizados mediante contratação de uma Cooperativa de Serviços.

O projeto de reforma e a ampliação do Hospital de Praia Brava, com a construção de 7 apartamentos totalizando 13 leitos, um novo laboratório de análises clínicas e um novo serviço de pronto atendimento visando adequar suas instalações aos requisitos governamentais e aos padrões de qualidade do setor, está com as obras em andamento e conclusão prevista para o início do ano 2000.

O projeto acima também contempla a aquisição de equipamentos, móveis, utensílios, instalações e uma rede de microcomputadores para a implantação de um "software" operacional de gerência e controle das atividades hospitalares.

  • Foram firmados vários convênios com diversos planos de saúde e com a Eletronuclear, estando sendo esperado um incremento nessas contratações após concluídas as obras.

  • Em 24/02/2000 o Hospital de Praia Brava foi reclassificado pela AHERJ - Associação dos Hospitais do Estado do Rio de Janeiro, na categoria B.

  • Em 28/02/2000 foi entregue à comunidade as novas instalações do Hospital de Praia Brava, equipadas e com pessoal necessário as suas atividades.

  • Em 10/2000 foram iniciados os estudos referentes a reavaliação do projeto para 2ª fase das obras, visando adequar o projeto com a atual operacionalização do Hospital. Esta 2ª fase contempla as áreas não atingidas e a construção de anexos.

 

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